Liberdade Com Rosto Indígena, Igualdade Com Pintura Tribal
Nem toda liberdade nasce de uma revolução armada. Algumas brotam devagar, como raiz. Crescem como cipó, discretas, firmes, sustentando florestas e futuros
Arte e Sabedoria, com Henrique Vieira Filho e Fabiana Vieira
Nem toda liberdade nasce de uma revolução armada. Algumas brotam devagar, como raiz. Crescem como cipó, discretas, firmes, sustentando florestas e futuros
Esta semana, enquanto a Slow Art Week Brazil embevecia nossos corações com a rica tapeçaria do “Do Rural Ao Urbano – A Diversidade Das Artes”, permiti-me uma experiência um tanto… cibernética! Pus uma IA – Inteligência Artificial para assistir a um vídeo da exposição.
Neste artigo para o Jornal O SERRANO, Henrique Vieira Filho trata da origem do Dia Da Mentira e dos cativantes ‘trapaceiros’ da literatura e mitologia, como Loky, Hermes, Exu, Maui, Rei Macaco e o conto da Verdade nua e crua.
Em meio às cores vibrantes da exposição ‘Cores da Nossa Terra’, ao ritmo da dança urbana que ecoava pela natureza ancestral, e ao canto encantador da Sereia Luthien, um visitante inesperado parecia observar tudo com curiosidade. Não era um dos artistas renomados como Henrique Vieira Filho ou a ativista indígena Kena Marubo, mas sim um galo, um legítimo ‘Chantecler’ imaginário, ecoando as fábulas francesas em plena Serra Negra, na celebração do primeiro aniversário da Residência Artística. Sua presença, ainda que silenciosa, tecia uma ponte inusitada entre a arte local e a rica simbologia cultural francesa, nos convidando a refletir sobre as diversas formas de celebração e expressão que florescem neste evento único.”
Neste artigo para o Jornal O Serrano, Henrique Vieira Filho fala das milenares lendas que deram origem ao horóscopo chinês e as curiosas diferenças entre os dragões das mitologias orientais e ocidentais.
No Dia Internacional da Língua Materna e da Imigração Italiana, o artigo de Henrique Vieira Filho celebra dois mestres da palavra: Rui Barbosa, com sua eloquência erudita, e Adoniran Barbosa, com sua poesia popular e irreverente. Afinal, qual Barbosa te inspira mais?
Nesta crônica de Henrique Vieira Filho para o Jornal O Serrano, entre sincronicidades e transformações, as borboletas cruzaram o caminho de Luciano Esteves e o levaram ao Yôga. Da mesma forma, trouxeram arte, bem-estar e renovação para um espaço em Serra Negra. Talvez haja mesmo algo de mágico no voo das borboletas!
Em Serra Negra, fevereiro chega com chuva, atrasa o Carnaval e ironiza as promessas de ano novo. Uma crônica bem-humorada de Henrique Vieira Filho. Publicado resumido…
Uma história de Carnaval com direito a primeiro beijo, ghosting à moda antiga e término de relacionamento por carta? 😮😱😂 Henrique Vieira Filho te leva de volta no tempo em “1900 e Guaraná com Rolha”, uma crônica nostálgica e divertida sobre os relacionamentos na época em que “celular” era coisa de Jornada nas Estrelas! 👴
ARTE E CULTURA Editorial Esta edição é mais do que especial para mim, pois trata da concretização de um antigo e ousado sonho: a criação de…