Notas Musicais Que Derretem Muralhas

Na nova crônica “Notas Musicais Que Derretem Muralhas”, o artista plástico e psicanalista Henrique Vieira Filho explora a profunda relação entre a psicologia e a música através de sua série de pinturas “Muros Emocionais”, inspirada na ópera-rock The Wall. O texto aborda o conceito dos sistemas de defesa emocionais e destaca as telas Rio Wall (que circulou por galerias internacionais como Roma e Viena) e Hammer March. Ao conectar a arte à música, o autor faz um convite sutil para a oficina gratuita de produção de trilhas sonoras para audiovisual que acontecerá no Museu ReArte no dia 12 de junho.

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Sereias, Rock ‘n’ roll e o Povo da Floresta

O que acontece quando um curador de museu resolve juntar Pink Floyd, sereias mitológicas, animações indígenas e oficinas de trilha sonora para o TikTok no mesmo mês? Na nova crônica, abro o coração (e o hospício criativo) sobre os bastidores de junho no Museu ReArte. Venha rir dos meus dilemas e descobrir que a burocracia também pode virar poesia. Esperamos você para a nossa programação gratuita!

MAIO FOTOGRAFIA NO MUSEU REARTE: O Olhar em Foco

Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração.” Inspirado pela máxima de Cartier-Bresson e em sintonia com o festival Maio Fotografia do MIS-SP, o Ecossistema ReArte apresenta uma curadoria onde a imagem é protagonista. De sombras do cinema noir aos ângulos revolucionários da vanguarda brasileira, convidamos o público a descobrir que, antes de dominar as lentes do celular, é preciso educar o olhar através das lentes da história.

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DNA Literário: Café Com Hortelã

Quando pinto a força de uma sereia indígena ou o olhar de uma guerreira africana, talvez eu apenas empreste as mãos para que histórias antigas continuem sendo contadas — histórias que nem o tempo consegue apagar. […] Se apenas 1% de diferença genética nos separa dos outros primatas — e já nos concede o dom da poesia —, imaginem o que pode nascer dessa mistura de café da montanha com hortelã do deserto!

Maid Café: Nobreza, Fantasia e um Toque de “Loucura” em Serra Negra

Imagine que, após uma semana de rotina exaustiva, você pudesse finalmente cruzar o umbral de sua própria mansão. Ali, o tempo segue outro ritmo: você é paparicado por serviçais de uniformes impecáveis, que o tratam com a deferência de um ‘milorde’ ou ‘milady’, enquanto degusta quitutes preparados com esmero. Pode parecer um delírio aristocrático, mas é exatamente essa a proposta do Maid Café: transformar o atendimento em uma experiência de nobreza e fantasia.

A Régua da Nossa Empatia

A indignação seletiva não é uma prova de maldade, mas um sintoma de nossa limitação psíquica. Amar o ‘puro’ é um repouso para a alma; ter empatia pelo ‘falho’ é o verdadeiro desafio ético da nossa era.”
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Funiculì, Funiculà no Jaçanã: Entre Livros, Trens e Saudades

Transformei a subida ao vulcão na urgência do trabalhador brasileiro. Mas para a receita ficar completa, eu precisava de um tempero paulistano: prestei minha homenagem a Adoniran Barbosa. Se em Nápoles o coração canta para a ‘Nanniné’, em São Paulo ele bate forte pelo ‘Trem das Onze’.”

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