Do Rural Ao Urbano no Digital: 4 Exposições Virtuais que Mapeiam a Diversidade, Mitos e a Nova Economia Criativa de Serra Negra

Do Rural ao Urbano no Digital: Descubra 4 Exposições Virtuais que Mapeiam a Diversidade, Mitos e a Nova Economia Criativa de Serra Negra! Uma jornada de arte acessível que conecta o global e o local, do folclore à metrópole, transformando obras em fonte de renda para artesãos locais. Inclui Prestação de Contas (PNAB) e recursos de acessibilidade.

A Sagrada Arte do Café

Você sabia que a Nossa Senhora do Café nasceu de um ‘erro’ de preposição? Na nova crônica, Henrique Vieira Filho conta essa história e revela os desafios de sua nova obra, que será exposta no Festival do Café Especial em Águas de Lindóia! Uma celebração de fé, arte e sabor!

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As Sementes das Fofocas

E por falar em vento, fofoca e ‘causos’, você sabia que as plantas, além de conversarem (e muito!) entre si, ainda têm umas que são grandes fofoqueiras e mentirosas? Pois é! Neste ponto, tanto a ciência quanto as lendas concordam plenamente, em uma rara harmonia entre o misticismo e o rigor científico. Descubra na íntegra como o reino vegetal domina a arte da comunicação e da intriga!

Trocadilhos Literários: Um Brinde aos Nossos Autores!

Crônica bem-humorada de Henrique Vieira Filho que celebra o Dia Nacional do Escritor (25 de julho) através de trocadilhos inteligentes com os nomes de grandes autores da literatura brasileira, como Guimarães Rosa, Machado de Assis, Jorge Amado, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, entre outros. O texto imagina uma grande festa literária, destacando as características de cada escritor de forma lúdica e convidando à celebração da palavra escrita.

Por Trás do Digital, o Criador

A crônica de Henrique Vieira Filho reflete sobre a percepção da arte na era digital, partindo da pergunta de uma criança: “Você copiou da internet?”. O autor explora como a internet molda o entendimento das novas gerações sobre a criação artística, contrastando a experiência real da exposição com a visão digital, e cita sua observação no Cirque du Soleil. O texto aborda o uso da Inteligência Artificial como ferramenta criativa, debatendo como ela facilita, mas não substitui a essência humana no processo artístico, tema central de seu recente Workshop “Arte e Tecnologia” e Curso de Audiodescrição. A crônica conclui reforçando que, por trás de cada obra digital, há sempre um artista humano