A Lição Do Ipê Mirradinho
A gente costuma achar que a força e a beleza só se manifestam em grandiosidade. Mas aqui, na Residência Artística, a vida me deu uma lição…
Arte e Sabedoria, com Henrique Vieira Filho e Fabiana Vieira
A gente costuma achar que a força e a beleza só se manifestam em grandiosidade. Mas aqui, na Residência Artística, a vida me deu uma lição…
Você sabia que a Nossa Senhora do Café nasceu de um ‘erro’ de preposição? Na nova crônica, Henrique Vieira Filho conta essa história e revela os desafios de sua nova obra, que será exposta no Festival do Café Especial em Águas de Lindóia! Uma celebração de fé, arte e sabor!
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No aniversário da estátua do Cristo Redentor de Serra Negra, esta crônica relembra sua origem inusitada no Moto Clube local, a construção ousada com concreto fosforescente e a fé que moveu uma cidade. Comparando com outros Cristos do Brasil, a reflexão mistura história, música e arte para mostrar que, aqui, o que vale não é a altura — mas o abraço
Prepare-se para uma experiência única e gratuita de imersão em Audiodescrição e Arte & Tecnologia na Residência Artística em Serra Negra/SP. No dia 05 de julho de 2025, das 13h às 19h, o docente Henrique Vieira Filho guiará os participantes em um evento intensamente prático, onde será possível fazer audiodescrição de obras de arte, criar músicas e produzir arte visual com o auxílio da Inteligência Artificial. Todos os presentes receberão um Certificado de Participação e um Certificado de Artista Residente, reconhecendo suas criações. Além disso, materiais didáticos e novas aulas serão disponibilizados online para aprofundamento. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas exclusivamente via WhatsApp.
A crônica “Grécia + França + Portugal + China + Pindorama = Festa Junina” é uma viagem bem-humorada e informativa pelas origens multiculturais das nossas festas juninas. Revela como tradições gregas (Adonis e Pan), francesas (quadrilhas), portuguesas (navegações e sincretismo), chinesas (bandeirinhas e balões) e indígenas brasileiras (culinária e celebração da fartura) se entrelaçaram para formar essa festa tão única e amada no Brasil.
A crônica “O Mês das Mães… e das Sereias, é claro!” de Henrique Vieira Filho explora a curiosa e profunda conexão entre a celebração da maternidade em maio e o movimento global “Mermay”, dedicado às sereias. O texto traça paralelos bem-humorados entre as qualidades maternas – como o canto hipnotizante e a força protetora – e as características míticas das sereias. A crônica destaca a presença de figuras como Iemanjá, Iara e Kianda no folclore e sua relação com a fertilidade e o cuidado, culminando com um convite ao evento “Encanto das Sereias: Cores, Curtas e Cultura em Serra Negra”, que apresentará pinturas e curtas-metragens inspirados nessas entidades aquáticas.
O cronista, com um orçamento limitado da Lei Aldir Blanc, embarca em um projeto cultural ambicioso em Serra Negra, incluindo a criação do primeiro “Catálogo Raisonné” com audiodescrição do mundo para as obras de Cid Serra Negra. A crônica explora o desafio de traduzir a riqueza visual da arte em palavras para o público com deficiência visual, destacando a importância da acessibilidade e convidando os leitores a experimentarem essa inovação através dos links fornecidos e a participarem de um curso gratuito de audiodescrição.
Já parou para pensar em todas as “nações” que formam o Brasil? Na minha nova crônica para O Serrano, trago uma reflexão bem-humorada sobre a “Festa das Nações” em Serra Negra e a rica cultura dos nossos povos originários.
Ah, o glorioso Primeiro de Maio! Data magna em que os trabalhadores, em uníssono e merecido descanso, elevam seus pés cansados e brindam à labuta com um suspiro de alívio. Só que, meus amigos do Circuito das Águas, a prática por aqui tem um delicioso toque de ironia turística.
Henrique Vieira Filho reflete sobre a transmissão de conhecimento e história através de diferentes formas de arte, questionando o ditado “uma imagem vale mais que mil palavras”. A crônica compara a época em que a pintura sacra ensinava a fé a um público iletrado com os desafios de interpretação textual na atualidade. Destaca o poder do teatro de rua e das pinturas de Cid Serra Negra em emocionar e transmitir conhecimento. Celebra o sucesso do curta-metragem sobre Cid em festivais internacionais e anuncia o lançamento do livro sobre o artista, ponderando sobre o alcance de cada mídia na tarefa de perpetuar sua história e obra.