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O cinema, com sua tela mágica, nos transporta para outros mundos, nos convida a sentir emoções diversas e a refletir sobre a vida.
Além de ser um espaço de entretenimento, pode ser um ótimo palco para pensarmos sobre questões importantes como igualdade e equidade.
Imagine uma sala de cinema completamente lotada. Todos pagaram o mesmo ingresso e ocuparam poltronas iguais. À primeira vista, parece um ambiente democrático, onde todos têm os mesmos direitos. Essa é a igualdade em sua forma mais básica: todos são tratados da mesma maneira.
No entanto, a igualdade nem sempre é suficiente. Algumas pessoas podem ter necessidades especiais que não são atendidas por essa abordagem.
Pessoas com deficiência visual, por exemplo, podem precisar de audiodescrição (narração em áudio que descreve as imagens) para entender plenamente o filme.
Já quem tem dificuldade de audição pode necessitar de legendas descritivas (texto que descreve os sons ambientes, as falas e a trilha sonora) ou de uma versão com intérprete de Libras (linguagem de sinais).
É nesse ponto que a equidade entra em cena. A equidade reconhece que as pessoas são diferentes e que, para garantir que todos possam aproveitar a experiência cinematográfica, é preciso oferecer recursos adicionais.
No cinema, a equidade se manifesta de diversas formas: desde a disponibilização de lugares reservados para pessoas com mobilidade reduzida (inclusive, público da 3a idade), até a oferta de sessões com audiodescrição e legendas.
Ao proporcionar essas opções, os cinemas demonstram respeito pela diversidade e garantem que todos possam participar ativamente da experiência cinematográfica.
Assim como no cinema, a busca pela equidade em nossa sociedade é fundamental para construirmos um mundo mais justo e inclusivo. Ao reconhecer as diferenças e oferecer recursos adequados para cada um, podemos garantir que todos tenham as mesmas oportunidades de desenvolvimento e bem-estar!
E que tal se divertir um pouco e ver tudo isso em prática? Venha “curtir” dois curta-metragens divertidos, com belas imagens, música e dança: um sobre a obra do pintor Cid Serra Negra e outro com a sereia Iara defendendo as nossas nascentes!
Serviço:
Cinema Para Todos: Do Canto Da Iara À Pintura Do Saci
Data: 27/10 (domingo) – 14hs – gratuito, censura livre, com opções convencionais e também em Libras, legendas descritivas e audiodescrição.
Local: Residência Artística do Circuito das Águas – Rua São Vicente de Paula 108 – Serra Negra / SP
Informações – Whatsapp (11) 98294-6468
Dirigido por Henrique Vieira Filho, de forma lúdica e poética, este curta-metragem (23 minutos) defende a natureza, entremeando depoimentos de especialistas com um espetáculo de sereismo, onde a Sereia Lúthien canta e a Companhia de Dança Talento executa coreografias.
Produzido por Fabiana Vieira e dirigido por Henrique Vieira Filho, este curta-metragem (18 minutos) conta, de forma poética, com muitas imagens, músicas e animações computadorizadas, a trajetória do grande pintor naif, Cid de Abreu, mais conhecido como Cid Serra Negra.
Henrique Vieira Filho é artista visual, agente cultural (SNIIC: AG-207516), produtor cultural no Ponto de Cultura “Sociedade Das Artes” (SNIIC: SP-21915), diretor de arte, produtor audiovisual (ANCINE: 49361), escritor, jornalista (MTB 080467/SP), educador físico (CREF 040237-P/SP) e terapeuta holístico (CRT 21001).

Henrique Vieira Filho é artista plástico, agente cultural (SNIIC: AG-207516), produtor cultural no Ponto de Cultura “Sociedade Das Artes” (SNIIC: SP-21915), diretor de arte (MTE 0058368/SP), produtor audiovisual (ANCINE: 49361), escritor, jornalista (MTE 080467/SP), educador físico (CREF 040237-P/SP), psicanalista, sociólogo (MTE 0002467/SP), professor de artes visuais, pós-graduado em psicanálise e em perícia técnica sobre artes.
http://lattes.cnpq.br/2146716426132854
https://orcid.org/0000-0002-6719-2559
Contando com cerca de 60 exposições entre individuais e coletivas, em galerias, polos culturais e museus em diversos países, suas obras estão disponíveis tanto em galerias consagradas, como a Saatchi Art, quanto em sua galeria própria, a Sociedade Das Artes, até os mais singelos espaços alternativos.
Atualmente radicado no interior de SP, dedica-se, em especial, ao Slow Art Movement, que prega a apreciação afetiva, “sem pressa” das artes, para todas as camadas da sociedade e ao Projeto Re Arte, em que abre espaço a novos talentos artísticos e à integração das mais diversas formas de artes, por meio de mixagem e releituras.
Editor, autor, pesquisador e parecerista nos periódicos Artivismo (ISSN 2763-6062), Revista TH (ISSN 2763-5570) e Holística (ISSN 2763-7743), conta com centenas de artigos publicados e vinte livros, além de colaborações, entrevistas e consultorias para Jornal da Tarde, O Estado de São Paulo, Diário Popular, Jornal O Serrano, Revista Elle, Revista Claudia, Revista Máxima, Revista Veja, Revista Planeta, Revista Capricho, Revista Contigo, Revista Saúde, Revista Boa Forma, Rádio Globo, Rádio Gazeta, Rádio Eldorado, Rádio Nova, TV Globo (Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, Fantástico, etc.), TV Gazeta (Telejornal, Mulheres, Manhã na Paulista), TV Record, SBT (Telejornal, Jô Soares Onze e Meia, etc.), TV Jovem Pan (Telejornal, Opinião Livre, etc.), TV Cultura, TV Bandeirantes, Rede Mulher, TV Rio.